Guardo meus segredos numa caixinha, bem escondida
Tenho medo de revelá-los a alguém que pode desaparecer
Levando partículas da minha vida, sem ter o minímo de cuidado
Meus sentimentos são sagrados, já nem sei dosá-los
Tudo aqui transborda, mas sinto-me pequena.
Sem mim, sem eles, sem mais.
*Mari Moura
sábado, 19 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Aos montes!
Há amor de sobra
Persisto!
Em mim, ontem e agora
Insisto!
Renascendo a cada dia...
Nos caminhos
Nas pessoas
Encontro!
O amor é que guia.
sábado, 15 de agosto de 2009
Abecedário
Vejo-me muito em A, às vezes sonho com M, me comovo com os delírios de G, gargalho com as piadas de L, lamento a falta de P, prefiro estar ao lado de J, já nem me lembro do rosto de C, calo-me com as histórias de R, rodopio ao avistar D, dou o meu melhor para F, falo de tudo com I, invento um mundo ao lado de B. Batizei-me.
E continuarei alfabetizando o meu Ser.
*Mari Moura
E continuarei alfabetizando o meu Ser.
*Mari Moura
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Sensação
Já consigo ver minhas veias
Pulsando por todo o corpo...
Mas vendo-as, me dá uma emoção incomum
Já sinto um arrepio que sobe pelos pés e vai até a nuca
Dos pés até a nuca
Dos pés até a nuca
E volta...
Da nuca até os pés
Da nuca até os pés
Meu senhor, isso é vontade de viver
Vejo milhões de cores, luzes
Os sons, os sons se multiplicaram na minha mente
Mas eu estou parada, intacta
Com os pés fincados no chão
E as veias pulsam
Pulsam de tal maneira, que parece que vou voar
Sim, eu acho que tenho asas
São novas, pequenas e frágeis
Mas eu as tenho, são minhas! Só minhas.
O vento sopra suave.... vai e vem
Vai e vem
Moça, acho que minha alma quer passear
Passar pelo mundo e voltar...
Passar e voltar
E quando ela vai?
Pulsando por todo o corpo...
Mas vendo-as, me dá uma emoção incomum
Já sinto um arrepio que sobe pelos pés e vai até a nuca
Dos pés até a nuca
Dos pés até a nuca
E volta...
Da nuca até os pés
Da nuca até os pés
Meu senhor, isso é vontade de viver
Vejo milhões de cores, luzes
Os sons, os sons se multiplicaram na minha mente
Mas eu estou parada, intacta
Com os pés fincados no chão
E as veias pulsam
Pulsam de tal maneira, que parece que vou voar
Sim, eu acho que tenho asas
São novas, pequenas e frágeis
Mas eu as tenho, são minhas! Só minhas.
O vento sopra suave.... vai e vem
Vai e vem
Moça, acho que minha alma quer passear
Passar pelo mundo e voltar...
Passar e voltar
E quando ela vai?
*Texto e Foto: Mari Moura
quinta-feira, 23 de julho de 2009
O ar fúnebre atravessava as ruas ao seu encontro, um clima incomum, já percebeu o estômago embrulhado. Sentia de longe as lamentações alheias, os olhos inchados e calejados, resultado de uma noite mal dormida.
As lágrimas...
O pesar de seus amores próximos, o soluçar daquela mulher amada.
O céu está de morte e o pôr-do-sol passou despercebido, ficou mínimo perto da fatalidade.
A menina é sensível, só de ver pingos de sofrimento se comove, e ao se colocar naquele lugar, em tal situação, não se segura, uma dor lhe invade a alma, quer abraçar o mundo e nunca mais largar. E estranhamente... Chora!
Não pelo que se foi, se afunda na tristeza pelo que ficou.
*Texto e Foto: Mari Moura
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Atual
Estou diferente
Mas ando bem, assim dividida
Estranhando os batimentos cardíacos
Sem muita fome, com pouco sono
Com muitos sonhos e sem tristezas
Vivo feliz!
Meu coração se repartiu
E de inteiro, só me restou metade!
*Mari Moura
Mas ando bem, assim dividida
Estranhando os batimentos cardíacos
Sem muita fome, com pouco sono
Com muitos sonhos e sem tristezas
Vivo feliz!
Meu coração se repartiu
E de inteiro, só me restou metade!
*Mari Moura
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