Sem papel...
Não consigo enxergar
Não sei desabafar
E me falta alcançar
Me entrego à solidão
O meu mundo me diz não
E me sinto tão sem chão
A criança aqui falece
Alegria me esquece
E esqueço até da prece
Largo o meu desassossego
Ao prazer não me entrego
E dos sonhos perco o apego!
* Mari Moura
sexta-feira, 6 de março de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Automático.
As expectativas são inventadas
Quando me vejo, já estou voando nelas
Parece bom, sinto uma calma incomum
Fico extremamente feliz, exageradamente alegre
E no fim... lamentavelmente iludida!
*Mari Moura
Quando me vejo, já estou voando nelas
Parece bom, sinto uma calma incomum
Fico extremamente feliz, exageradamente alegre
E no fim... lamentavelmente iludida!
*Mari Moura
sábado, 21 de fevereiro de 2009
É!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
A tal felicidade.

Minha felicidade é pequena
Não é escassa, só é pequena
Não é imensa como meus sonhos, eles são estrondosos
Não é do tamanho de minhas paixões, elas emergem o meu ser
Definiria a minha felicidade como modesta ou sem grandes perspectivas
Mas ela é única, bela e minha
Ultrapassa minhas entranhas e sai pacificamente alimentando minha alma
*Mari Moura
Não é escassa, só é pequena
Não é imensa como meus sonhos, eles são estrondosos
Não é do tamanho de minhas paixões, elas emergem o meu ser
Definiria a minha felicidade como modesta ou sem grandes perspectivas
Mas ela é única, bela e minha
Ultrapassa minhas entranhas e sai pacificamente alimentando minha alma
*Mari Moura
domingo, 14 de dezembro de 2008
Senhora
Sou grata por abandonar-me
Escandalosamente aos prantos
Sem um pingo de piedade
Secou as minhas lágrimas
Me esfregou na cara a Liberdade
Ergueu o peito e foi viver.
Escandalosamente aos prantos
Sem um pingo de piedade
Secou as minhas lágrimas
Me esfregou na cara a Liberdade
Ergueu o peito e foi viver.
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